So Twitter is the internet application of the moment. The so called IRC of the web 2.0 has got the internet junkies Geeks 2.0 and also coming to regular people’s life.
There is an enourmous discussion on whether Twitter is useful or not. Some turn it off to get work done, others delete their account because it’s killing their blogging to then go back and realize they can’t live without it.
Now 37 signals, the company behind Backpack (and some others) and also Ruby on Rails is getting their Twitter-clone applied to entrepises ready. They’re naming it In/Out and they’ve been using it internally for the last year. Why do I call it a twitter clone? Because it allows you to update your status on What are you doing so your workmates know at any time what is keeping you busy. I love their idea of charging companies for such an idea!
Ideias3 is now one year old and this weblog will also be in a few days. Since its beginning, I’ve been using it as the center of my web activity. It has my hCard, it is my OpenId, it has my XFN friend list, it has me links to all my social profiles. Although typing in your browser’s address bar “alcides fonseca” would return this website, I guess that having my identity outside ideias3 was important, and now my web presence is pointing to alcidesfonseca.com.
Although the old url is still active and redirecting to here, I’d appreciate you link to this new address now. I’ve just changed a few lines in a few templates (and APML and FOAF) and this line helped a lot regarding the database. Now I am in the quest of changing all my web profiles with the new email and website. I’m curious to see how technorati deals with it.
Changing your personal details everywhere is always painful (I’m hating it, and I’m fearing changing my address when I move to my new house two streets away from current one) but I believe the social web may help this. I had this conversation with Bruno and I guess it could work in a year or so: I have a new email and url. I change my hCard in this new website. I ping technorati’s kitchen or pingerati for both urls. Both those services propagate the pings to popular services like twitter, flickr, etc… They notice that alcides.ideias3.com is redirecting to a new url, so they change it from my profile, and then they update my details from the hCard, since I use alcidesfonseca.com as my main identity page (or as my OpenId). And that way, everything is updated everywhere, with just one change and one ping!
Just a final note: I now enter my email address without any spam protection. I guess it is already somewhere in the web my plain email address, so I don't care anymore. Gmail works fine as a Spam blocker (I've stopped using my MSN address because I still get too much spam).
Bradhas announced Google’s Social Graph API. It is indeed cool, but not that amazing. There are a lot of FOAF and XFN parsers around, but being able to poll the web cache they have for google search. This really gets your requests time down to one (the API). Of course, now you don’t get real-time parsing. I really hope Google will work with Technorati’s Kitchen Ping Service but it’s more probable that they launch their own microformat search.
So what’s the feature I miss so much? Contact merger. When I ask for my friends I get this huge list of all my contacts in all my social networks. But I have friends that are in more than one social network, and then being repeated there. It’s possible to merge them, but I would require the maximum of N-1 queries extra from the API. This will really slow it down for friendly people like me. Can’t powerful Google support this in its API?
Tirei o dia de hoje para trabalhar num pequeno projecto que ando a planear há uns tempos, e já que ia decorrer o social 3d worlds, tencionava ir trabalhar para lá. Apesar de o assunto não me interessar assim tanto, acabei por nem trabalhar nada e estar bastante atento às apresentações.
As duas primeiras, da Beta Technologies eram apresentações do Second Life e de alguma programação lá dentro. Esta empresa tem trabalhos muito bons, em concepção de espaços no Second Life, embora eu continue na ideia que isto é hype e as empresas chegarão a descobrir que se calhar o Second Life não lhes interessa assim tanto.
O Tiago levantou uma pergunta interessante sobre a importação de outros formatos como o CAD ou 3D studio Max ou isso. Porquê aprender um novo sistema de modelação quando já existem alguns no qual os profissionais já se entendem? Para ganhar dinheiro em vender formação?
Depois do cofee break tivemos a apresentação do Marcos Marado que falou sobre a evolução dos mundos virtuais, com a sua origem mais remota em Tolkien e evoluindo por RPGs como o DnD (por acaso, malta de Coimbra que queira um joguinho, anyone?) e finalmente para os computadores pelos text-based MUDs. Hoje em dia podem já não ter uma componente de jogo tão grande, como é o caso do SecondLive ou do Sims Online e poderão dar origem a novos conceitos. Fica apenas uma nota assim pequenina que há um web-based MMORPG português de 2003 e outro de 2004 e se passares pelos créditos és capaz de reconhecer o puto de 13 anos. Ah, e não era o telemóvel, só se fosse o macbook…
Finalmente a Paula Simões que falou um pouco da sua investigação na aplicação de mundos virtuais ao e-Learning. Pessoalmente acredito muito mais em plataformas assíncronas como o Moodle, enquanto reuniões no SecondLife serão mais para ocasiões esporádicas, mas se se resumirem apenas ao IM, não vejo a vantagem em relação a um sistema de chat web-based. Há ainda muito que evoluir nesta área.
Foi um evento muito interessante, parabéns ao Pedro Santa e companhia e parece que a minha toread list aumentou :)
A Segunda Grande Maravilha da Internet faz hoje 7 anos. Quem mo lembra é o Ciberesfera. Mas uma das Grandes Maravilhas da Internet porquê? Bem, eu considero que a Internet está ainda nos seus primórdios e até ao momento há dois marcos bastante importantes na sua história. Os critérios que aplico são a sua influência global, e não apenas nos hackers e novos geeks.
A Primeira Grande Maravilha da Internet foi (e continua a ser) o Google. Refiro-me aqui ao Google como motor de pesquisa e não como empresa nem a todos os outros produtos que tem. É verdade que a sua fortuna se baseia na publicidade online, sobretudo com a introdução de publicidade contextualizada. mas para o utilizador final a marca google está e estará sempre associada à página de entrada do browser. Ou à barra no canto do browser. Ou a qualquer caixinha onde possam colocar umas palavras e encontrar sites relacionados com essas mesmas palavras. Numa altura em que a Internet se estava a tornar demasiado grande para os simples directórios (Como o SAPOem tempos o foi!) e o Google apareceu como uma página que nos levava ao que quiséssemos encontrar. A interface minimalista e a linha mágica de Javascript (e um bom marketing por trás, digo eu) deram ao Google a preferência dos utilizadores e hoje em dia é sem dúvida o motor de busca mais usado. Revolucionou uma geração: a minha. Quando a Internet chegou a preços decentes à minha terriola (a.k.a. 56kbps) todos os nossos trabalhos de pesquisa foram feitos graças a essa página do Google. Belos eram os velhos tempos em que podíamos colocar http://www.google.com na bibliografia! Depois as outras gerações começaram a aprender. Muitos negócios fazem-se através da Internet e o primeiro passo para essa globalização é sempre dado a partir de um dos vários domínios do Google. Hoje em dia está tão integrado na nossa cultura que se tornou um verbo em várias línguas.
A Segunda Grande Maravilha da Internet, a tal que faz hoje 7 anos, é a Wikipédia. Tal como o Google, é um dos sites mais usados pela população em geral. De momento substitui-me as chamadas “bíblias” das cadeiras do meu curso. É usada diariamente por uma data de estudantes como ferramenta de ensino, e por outro tipo de estudantes, que apesar de não andarem num curso, continuam a aprender a vida toda. Qualquer curiosidade é esclarecida prontamente e em várias línguas pela Wikipédia. E há um factor chave aqui: a qualidade. Apesar de ser um projecto que se baseia na boa vontade dos participantes, conseguiu atingir um nível que acaba por ter uma qualidade superior a enciclopédias tradicionais. E muito, muito mais artigos.De facto considero um marco na Rede não só pelo que atingiu, mas para mostrar o produto de uma sociedade muito vasta. O poder da Partilha. E com um resultado brilhante! Com a qualidade, vieram os links da Internet para os diversos artigos (como os que se encontram neste post), e hoje tem quase sempre os primeiros resultados no Google. E agora todos usam.
Aposto que muitos de vós se interrogam porque não considero as Redes Sociais a Terceira Maravilha. Não digo que não o serão, mas de momento ainda não as considero como tal. Para além de existirem diversas redes sociais, e cada uma é mais usada em alguns sítios do que outros ( Hi5 em Portugal, Orkut no Brasil, Facebook e MySpace nos EUA, etc..), ainda não está bastante divulgada nos diferentes extractos etários. São sobretudo usados por jovens, e enquanto não chegarem massivamente ao resto da família, não lhes vou dar essa importância. No entanto estão sim a caminhar para lá. E já o facto de saber de namoros que acabaram por causa de perfis do hi5…. Quando as redes sociais estabilizarem daqui a um ou mais anos, voltamos a falar nisso.
OpenID is a obvious advantage comparing to hi5, Facebook or even other social networks. It allows you to have your own Identity shared by all your social networks (if you want). But what about importing content? I really thought they were thinking XFN, hCards and other microformats, but no. They are using another standard: FOAF. The Friend of a Friend standard is a XML-RDF way of expressing connections between people and information about them. And it’s even compatible with OpenID.
But personally I believe more in the hCard+XFN solution. It allows you to have your data encapsulated in your content, and not a separated XML file. You write the code once, and it’s readable by both people and machines. I guess those two tribes should gather and pick on a real solution. It’s been so hard for people to start adopting this kind of standards that if there are two to choose from, we will never have that decentralized social network we all dream of.
OpenSocial is the new fashion among Social Networks. Well, Sérgio (who I will be working with in the next few months) decided to make both a statistics tool for you OpenSocial Widget (or whatever you call it) and also a directory of them all in one.
I do really like that a universal widget system is built, but I was kinda hoping it was based on NetVibes’ UWA that were even compatible with iGoogle… But looks like the Big Brother needs to own everything.
Until now, if you wanted to create a social network for your self, the answer was almost certainly Ning. Today there are over 115,000 networks there and it’s growing.
When it was launched, October 4th 2005, it was a revolutionary idea that Fred best-described in TechCrunch:
It means anyone can now get their ideas out there and build a project (some people would call it a mash-up) in a few clicks, with no developer experience. And if you are a developer, you can pop under the hood and change it to your liking, no questions asked.
In the recent past, every time a web2.0 service is launched, some opensource alternative is also released. Well, yesterday I found an interesting article in the .net magazine where it lets you host your own social network. It’s easy to do, you’ll just need a PHP+MySQL server but that’s what it gives you the power over Ning. You can change it around the way you like and add or remove more features, and so on.
I don’t believe this is a Ning-killer since the average Joe doesn’t have a hosting account, nor time to set it up and hack around. He’ll just go over to Ning, create a social network and play around with the theme editor. And users of multiple networks will share their Ning ID!
Hoje, na secção “I had this coming!”, o SAPOlançou o Spot, a nova rede social. De inovadora não tem nada, é apenas um hi5 bem feito como ele deveria ter sido desde início. Uma coisa simples e que permita aos utilizadores associarem-se.
No entanto o facto de ser do SAPO trás algumas (e importantes) vantagens: integração com os outros serviços do SAPO, como blogs, fotos, tags e vídeos. Interessante foi também o Sapo (web)Messenger que incorporaram na área de cada um!
Mais uma coisa que despertou o meu interesse foi o facto de o Sapo ter tido a coragem, como muitos não têm, de incluír outros serviços (concorrentes) nos profiles, nomeadamente o Flickr, o Youtube e o Blogger! É de louvar esta atitude! Deixam ainda um espaço para um outro feed, que no meu perfil foi o deste blog.
Estou bastante intrigado para saber como se vai sair este novo projecto da malta batráquia, visto que a maior parte dos utilizadores já utiliza o hi5 (onde por acaso o SAPO é o motor de busca para Portugal) e custa-me ver as vantagens que apresenta para o utilizador comum (=MSN+mail+hi5+google). No entanto se tiver sucesso, este irá-se espalhar aos outros serviços. E como será que irão divulgar isto?
Há um bom tempo atrás os portugueses tinham como principais portais o SAPO, o IOL, o Clix e o Terrávista. Este último sobrevivia do tempo em que era o único site português a oferecer alojamento grátis, e onde por acaso eu fiz o meu primeiro site! O SAPO evoluía do directório/motor de busca que era e ao ser adquirido pelo grupo Portugal Telecom, passou a entrar no mercado dos ISPs, onde se lançaram a Clix e a IOL (quem não se lembra de jogar ao disco com os cds da Clix…)
O Terrávista foi morrendo, na minha opinião por não fazer acordos com fontes informativas como os outros fizeram. O IOL, aquando da aquisição do grupo Media Capital, perdeu os sites das rádios do grupo para a Clix, o que fez com que perdesse bastante popularidade juntamente com o facto do serviço ISP ter acabado (Mas parece que agora já tem blogs!). O SAPO? Bem, esse tem-se mantido na crista da onda.
Quanto ao Clix, a meu ver, depende dos clientes de ISP que ficam com o portal como homepage, dos acessos do Expresso, Público, Exame Informática e Visão, e dos ouvintes das Rádios da Media Capital ( Comercial, Cidade, Best Rock, RCP, etc). Quanto ao Cotonete, penso que o boooom já foi quando estava no IOL.
Mas últimamente o Clix apostou em certas áreas e algo me diz que está a entrar na web2.0, tal como o SAPO já o fez há muito bom tempo. Primeiro lançou uma versão do Opera para eles, o que considero uma boa aposta sobretudo para os home users e a integração com os conteúdos do portal! Agora recentemente incluiu na sua rede o Mingle, uma rede social em flash, cujo público alvo me parecem os putos, e o Palco Principal que é também uma rede social, mas dedicada à música e que eu sugiro vivamente.
No entanto, penso que ainda faltam à Clix vários serviços e quem sabe uma autenticação igual para todos os sites da rede (e baseada em OpenID). Para os próximos tempos, prevejo um blogs.clix.pt, mas é capaz de ser só ideia minha. Veremos.
Na altura em que as redes sociais se estavam a erguer, o hi5 teve um sucesso estrondoso em Portugal graças aos convites automáticos para os contactos do hotmail/msn. Essa rede cresceu imenso tanto no nosso país como no Equador, Costa Rica, El Salvador e Guatemala, onde é a principal rede social. Isto fez com que há uns tempos, recebessem $2.000.000.
Ao que parece esse dinheiro foi bem investido, porque a rede social já adicionou inúmeras features desde que eu cancelei a minha conta. Desde vídeo a música, com álbum de recortes e uma interface mais personalizável e usável (e AJAX) surpreendeu-me realmente.
Mas a coisa que me fez escrever este post foi a notícia de que está disponível uma API ainda em beta baseada no Enunciate. Disponibilizar estas informação foi uma coisa boa no meu entender, desde que se façam as devias limitações para não ser usado para phishing. Estão cada vez mais realmente web2.0!
Nokia has released the beta (even in that is very web2.0!) of their social network targeting mobile phone users. It allows everyone to share their audio files, images, videos ,documents applications and games from (almost) any phone! With a nice and simple look that everybody feels in love with, it is a very attractive website for you to spend your time. And better, since it’s targeting mobile phones, there is the website version for your mobile phone and even a app for you to take MOSH along with you for everywhere.
I really think that this is a huge step towards the web2.0 everywhere. While social web users are people that spend most of they time in the Internet, now it will embrace people who don’t have that time, but keep attached to their mobiles phones. Web2.0 buzzword “mobility” has just gained another value.
Nokia has innovated in two other points. First, it allows contents for other brands, that might make it more universal and bring new customers to Nokia. Another point is the fact Nokia made it possible to share applications, games and images that are a income source for Mobile Operators and some niche companies (Like Jamba). This might be an issue in the future (as it was in the past when Symbian phones appeared) but I believe this is the right path.
I hope this website goes live soon so I can get some pretty nice content for my TyTN.
Já aqui tenho falado do PalcoPrincipal, um projecto que vou acompanhando desde que o conheci no Take Off. Hoje falo aqui de bandas e músicas que descobri neste portal e comunidade musical.
Eu sempre gostei de vários tipos de música, desde opera, clássica até ao Hardcore e J-Pop, mas nunca me interessei pelo Funk. Ao navegar “ao calhas” no Palco, descobri esta música que simplesmente adorei! Suave e animada, já está na minha playlist e espero que venham a Coimbra tocar brevemente! Se gostarem, vejam as outras músicas da banda.
Na verdade, esta música não foi uma descoberta, mas uma redescoberta. Eu tinha a sensação que já a conhecia, mas não sabia de onde até que o Diogo Laginha me disse que era dos Morangos. Um POP totalmente normal, mas não deixa de ter harmonia esta música. Se gostarem, saibam que já têm um disco à venda nas FNACs!
Esta bem tem uma sonoridade entre o rock e o metal que nunca tinha visto, mas me lembrou de bandas como os Korn e até Limp Bizkit que já não ouço há muito tempo. Recomendo vivamente a quem gostar de sons sóbrios e mais pesados.
Se eu mandasse nos Morangos, adiciona esta à playlist da próxima série. Um PopRock simples e bom de se ouvir. Nem sei como é que ainda ninguém os descobriu e levou a uma editora.
Com o Jazz normalmente sou muito esquisito, mas esta banda com um nome bastante interessante foi aprovada. Cantado em português e com uma combinação dos vários instrumentos que nos dá um resultado fascinante, é uma das razões por que agradeço a existência do PalcoPrincipal.
Bem, esta foi a minha selecção das melhores músicas que descobri no PalcoPrincipal, que dificilmente encontraria noutros sítios. Desafio-vos a se registarem e irem descobrindo novas bandas, quer pela navegação, quer pelas bandas amigas de cada banda ou pelas sugestões dadas pelo próprio sistema e escrevam, como eu fiz, nos vossos sites/blogs. Caso não tenham um, o PalcoPrincipal fornece um a cada utilizador e a cada banda. E pelo que sei irão ter novidades para breve…
In this evening I've been updating my website adding some sections related to social networking services {links:'del.icio.us',photos:'flickr';twitter: true;music:'lastfm'}. I believe you can know me better with all this stuff.
I also changed the font to a more readable one. Hope it fits your screen and eyes.
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I used to write in this blog, but I've found a better format to express myself. From now on, you may read my writings on ideas, programming and politics on my new wiki.